5 de setembro de 2012

Não merecias estar a passar por isto. És tão novinha e já sofreste tanto. Revelaste uma maturidade que ninguém sonhava que tinhas, mas eu sinto que o teu coraçãozinho está pequenino.
Eu sei que já te disse várias vezes,  mas acredita que tudo vai melhorar. A prima estará sempre aqui para  ti minha princesa.

4 de setembro de 2012

Fragilidades da natureza humana

Faz-me confusão as pessoas que desistem ao primeiro contratempo ou adversidade. Que optam pelo caminho mais fácil preferindo desistir do que lutar por aquilo que sabem que as faz feliz.
Gosto de lutar até ao limite, desta forma sei que dei o melhor de mim, e se não consegui não me posso culpar por não ter insistido.
Por outro lado, quando ganho uma batalha a vitória sabe-me ainda melhor, tudo porque não desisti e acreditei nos meus sonhos.

28 de julho de 2012

Traumas

Há semanas que andava a adiar o inevitável, aquela coisa que só faço uma vez por ano e que é um sacrifício dos diabos. Sei que o devia fazer mais vezes mas os traumas a que me têm sujeitado não o permitem. Hoje foi um dia desses, em que sai de lá com a lágrima no canto do olho após olhar para o reflexo no espelho e para todo o cabelo que estava no chão.

- " é só para cortar dois dedos que depois no final do verão venho cortar novamente".
Os meus dois dedos eram um palmo da senhora. Tinha o cabelo pelo meio das costas e agora está quase por os ombros e ainda teve a lata de me dizer " ainda ficou muito comprido". Nunca mais lá ponho os pés, é assim tão difícil cortar só as pontinhas.
Já corri imensas cabeleireiras e é sempre o mesmo, começo a achar que o meu cabelo tem qualquer coisa que atrai as tesouras.
Das duas uma, ou encontro uma cabeleireira decente ou o meu emocional não aguenta e arranjo um trauma que nunca mais corto o cabelo, nem que esteja pelos joelhos. O cabelo é meu, eu é que decido o que quero cortar ou não, eu é que decido como é que me fica bem, se está estragado o problema é meu!
E pronto, dá para ver que estou irritada não dá?

P.s. A minha prima de sete anos foi comigo e numa tentativa de me alegrar disse:
"Esta mais curtinho mas está giro, com essa franja pareces a Ariel." (para quem não sabe é a pequena sereia e é a minha princesa favorita da Disney).

27 de julho de 2012

Resolver assuntos por telefone é um mimo

Quinta passei a santa manhã a falar com a telefonista da faculdade. Pedia para passar as chamadas aos serviços académicos e chamava.... chamava.... e nada. Todas as tentativas falhadas passaram primeiro pela senhora que já bufava quando me atendia.

- "Não deve conseguir outra vez porque a senhora X está no corredor a tratar das matriculas"
- "No corredor? então e quando é que posso ligar, diga-me uma hora!"
- "Oh minha filha pois vá tentando, eu não sei quando é que podem atender"
- "Então e não pode avisá-la que preciso de uma informação urgente?"
- " Ai não...  eu estou no edifício de saúde, vá tentando!"

Da vigésima primeira vez lá consegui ter a sorte de ser atendida pelos serviços académicos. A senhora mostrou-se tão prestável que esqueci logo toda a irritação daquela manhã. Acordámos que, logo que desligasse, me enviaria para o email o papel que eu precisava e que desta forma não necessitaria de fazer tantos quilómetros para lá ir buscá-lo.
Toda contentinha da vida vou ver o email e nada, da parte da tarde.... nada! Esta manhã... nada! Torno a ligar para lá, desde as 10h da manhã até as 19h e não consegui falar com ninguém. Conclusão, passaram-se as folgas e não resolvi este assunto que tanto me anda a massacrar o juízo, mais valia lá ter ido!

16 de julho de 2012

Acontece sempre que estou chateada com ele.

14 de julho de 2012

Coisas a reter...

Nunca responder a testes de revistas na própria revista.

P.s. Há sempre alguém que a pede para ler, inclusive a sogra.

5 de julho de 2012

A dieta do Monstro das Bolachas

Não são só as pessoas que querem forçosamente emagrecer quando se aproxima o verão. Pelos vistos o Monstro das Bolachas espanhol vai seguir os mesmos passos, deixando de comer bolachas e passando a comer apenas fruta e vegetais.

Sinceramente, na minha humilde opinião, acho parvo. O Monstro das Bolachas sempre comeu bolachas e foi assim que foi conhecido durante anos e anos. Tudo bem que devemos combater a obesidade infantil, mas o Monstro das Bolachas existe há 43 anos e por essa altura não havia tanta obesidade infantil como existe nas crianças de hoje em dia.

E que tal começarem por controlar certo tipo de publicidade que é feita especialmente para incentivar as crianças a consumir este ou aquele produto. Publicidade em que mostra que a figura pública X, ou o desenho animado Y (ídolos da criança), consomem aquele produto e a criança não tem a capacidade para perceber que aquilo é puro marketing e que afinal o Ben 10  nem come nada daquilo. Ou certos produtos, diga-se muito mais prejudiciais que bolachas, que oferecem surpresas de forma a iludir as crianças a escolher aquele alimento em prol de outro que não tem o brinquedo.

E que tal começarem por este tipo de coisas? Acho sinceramente que influenciam muito mais a alimentação das crianças do que o pobre do boneco.