28 de abril de 2012
Há coisas que me tiram do sério
Se há coisa que não suporto é má educação. É certo que toda a gente tem problemas e não somos obrigados a andar todos os dias com um sorriso de orelha a orelha, mas um se faz favor e um obrigado nunca fizeram mal a ninguém.
Esta tarde, numa superfície comercial, fui atendida por uma senhora com a expressão de que toda a gente lhe deve e ninguém lhe paga e ainda teve o descaramento de me pedir moedas para lhe facilitar o troco, e nem assim soltou um "se faz favor" nem um "obrigada" cá para fora. Por momentos ainda pensei que tivesse de sair de lá a correr para que a senhora não me batesse e no final de tudo ainda lhe disse "obrigada" e ela soltou apenas um "seguinte...". Com tanta gente sem emprego e de certo mais competentes a nível pessoal e social colocam pessoas deste género a atender ao público.
Minha Senhora, eu sei que não somos amigas, conhecidas, nem nada que se pareça, também não peço que me receba com carinho e afecto, mas os seus dias seriam muito mais felizes e o trabalho demoraria muito menos tempo a passar se demonstra-se alguma simpatia para os clientes, a maioria de certo que lhe retribuiria com simpatia também... se não lhe apetecer sorrir diga ao menos um boa tarde, um por favor quando pede o valor a pagar e um obrigada no final, a sério que não custa nada, vamos lá experimentar: o-bri-ga-da
Viu? agora é só aplicar amanhã durante o dia.
27 de abril de 2012
Constatação da noite de ontem

Em conversa sobre casamentos e afins, AM vira-se para um amigo nosso e diz:
"Tu no teu casamento não vais ter lista de convidados, vais ter um casting"
26 de abril de 2012
Leituras #2
Na casa do AM, enquanto este estava embrenhado nos seus projetos, eu surrapei este livro da sua estante para ler. O tempo foi passando e eu não consegui parar, bastou o dia de ontem para o ler do inicio ao fim, escusado será dizer que não fiz mais nada durante todo o dia.
O autor consegue-nos prender de uma forma inexplicável, toda a história é repleta de ação, o que nos força a querer saber sempre o que vai acontecer na página seguinte.
Fiquei impressionada com a escrita de Follett, se os outros livros dele forem tão bons quanto este esperam-me umas longas maratonas de leitura.
Sinopse:
A cientista Jeannie Ferrami, especialista em gémeos e nos
componentes genéticos da agressão, faz uma descoberta espantosa. Recorrendo a um
banco de dados do FBI, descobre dois homens que parecem ser gémeos verdadeiros:
Steve, estudante de direito, e Dennis, assassino condenado. No entanto, nasceram
em dias diferentes, de mães distintas, em hospitais separados por centenas de
quilómetros.
Que segredo terá ela desvendado? Poderá confiar no seu chefe e mentor, ou terá de pôr a sua vida nas mãos de Steve Logan, o gémeo por quem se apaixona, apesar de ele estar envolto em intriga e suspeita? Uma coisa é certa: não há nada que faça certas pessoas deixar de conspirar na sombra.
Que segredo terá ela desvendado? Poderá confiar no seu chefe e mentor, ou terá de pôr a sua vida nas mãos de Steve Logan, o gémeo por quem se apaixona, apesar de ele estar envolto em intriga e suspeita? Uma coisa é certa: não há nada que faça certas pessoas deixar de conspirar na sombra.
Dormia eu como uma pequena lontra e eis que quando acordo já a M., madrugadora como só ela consegue ser, tinha preparado o pequeno almoço, papas de aveia. Nunca eu tinha provado tal coisa, primeiro estranha-se, depois entranha-se e aquele saborzinho a maçã e canela aliado ao seu discurso sobre os beneficios da aveia convenceram-me. O certo é que nesse dia fomos para a faculdade e até à hora do almoço não tivemos fome, saciante e pouco calorico é isso mesmo que se quer.
Afim de me tornar uma pessoa ainda mais saudável (sim, porque tenho cumprido com o plano de corrida) e como esta manhã acordei com tempo decidi experimentar a fazer.
Retirei a receita daqui.
19 de abril de 2012
Chinese food
Sou a única pessoa que conheço que não aprecia comida chinesa. Ainda a comida não pousou na mesa e já estou eu a tentar identificar todos os ingredientes que a compõem, duvidando da origem de muitos deles. Ai que esquisitinha que ela é, dizem vocês. E juro que, mesmo colocando de parte as minhas suposições para todos os ingredientes não identificados e fechando os olhos, esta iguaria tão afamada não me satisfaz o paladar.
Agora convidem-me lá para um mexicano ou indiano que é num instante que visto um trapinho e estou pronta a sair.
17 de abril de 2012
Ai tese que nunca mais tens fim
Com o portátil aberto na página do word, que é a visão que mais temos tido ultimamente, cada uma absorvida no seu trabalho e nas suas teorias, decidimos fazer uma pausa para beber café e regatear a vida alheia.
Isto leva-me a crer que sou uma triste, com um sol destes e pertissimo da praia estou enfiada na biblioteca. Oh triste sina a minha...
15 de abril de 2012
Todas as mudanças têm a sua melancolia
"Todas as
mudanças, mesmo aquelas pelas quais ansiamos, têm a sua melancolia. O que
deixamos para trás é uma parte de nós mesmos." Anatole France
Ao ler esta frase só me consegui lembrar dos tempos
passados naquela cidade, de tudo o que aprendi e cresci, no que me tornei e das
pessoas que lá conheci.
Fui feliz naquele sítio que me viu nascer e mais
tarde voltou a ser paradeiro para a concretização de uma etapa importante.
Dos anos passados naquela cidade, restam as boas
recordações, as fotografias e os vídeos que ao rever me fazem deitar uma
lágrima, não de tristeza mas de agradecimento por ter vivenciado tudo aquilo.
Cresci a nível profissional, mas principalmente a
nível pessoal. Tenho saudades e vou continuar a ter, dos colegas, das
gargalhadas, dos jantares, das saídas e de todo aquele espirito académico, das
pessoas que lá conheci e que de alguma forma fizeram parte da minha vida, das
idas ao fórum, das gelatinas de vodka, do rosé da garrafa bonita, do karaoke,
de todas as loucuras.
De viver com a M., do nosso mural de mensagens na porta da casa
de banho, das
mensagens deixadas uma para a outra e das estratégias que arranjávamos para que
a outra não nos visse a escrever, do Timon e do Pumba, das nossas danças e
cantorias, da Gaga e da Oprah, do céu azul, do imenso tempo passado no pingo
doce a escolher as bolachas e os cereais e quando olhávamos para relógio tinham
passado quase duas horas (ninguém passa duas horas no pingo doce), da
comunidade, da vizinha do pijama e da que não nos falava mas depois de revelou
nossa BBF, dos conceitos de alimentação saudável que aprendi contigo, da
senhoria que nos deu mil dores de cabeça que mais tarde se revelaram boas
gargalhadas, de tudo isto e muito mais.
Saudades boas que me fazem dar um sorriso de agradecimento
ao recordar tudo o que lá passei, sem dúvida que uma parte de mim ficou para
trás, mas comigo trouxe as melhores coisas, sobretudo amizades
que no que depender de mim serão para sempre.
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